What’s change in this Decade (1999 to 2009)
Just a copy-paste… Also, only USA statistics, but interesting, anyway…

Source: Online Education
Just a copy-paste… Also, only USA statistics, but interesting, anyway…

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SCRUM
Antes de mais nada, um Feliz Ano 2010!! Mesmo se encaro um post de um blog como algo “atemporal”, o meu “momento presente” é de início de ano e, assim, aproveito essa ocasião para ter um contato “pessoal” com você, caro leitor.
Hoje estive “conversando” com alguns twitters, lendo alguns emails das lista SCRUM-Brasil, e resolvi compartilhar algumas experiências pessoais dos últimos meses de trabalho utilizando SCRUM.
Nesse ponto, a primeira pergunta que me faço é… Mas… managgia… Será que, de fato, minha equipe utiliza SCRUM? É uma dúvida que me atormenta desde o início do projeto pelo simples fato de verificar algumas inconsistência entre a teoria (que conheço mais que a prática) e ela, a prática do dia-a-dia.
Assim, resolvi fazer um check-list entre teoria e prática… Peguei alguns pontos que o framework sugere e verifiquei se de fato utilizamos na nossa equipe. Vamos ver:
1) Sprint: SIM, com toda a equipe
2) Backlog: SIM, realizado pelo SCRUM Master
3) Daily Scrum: SIM, realmente “diário”
4) Planejamento do Backlog: SIM, realizado pelo SCRUM Master
5) Planejamento do Sprint: SIM, com toda a equipe a cada início de sprint
6) Reuniões com Stakeholders: SIM, normalmente realizado pelo SCRUM Master
7) Sprint review: SIM, com toda a equipe
Fiquei novamente intrigado com o resultado… Ora, se estamos seguindo “mais ou menos” ao pé da risca a teoria, porque ainda vejo alguns problemas?
Para ser mais específico, vou listar os que eu vejo. Ah, e aqui talvez seja válido relacionar algumas informações a respeito do projeto e da equipe (e também daquele que escreve):
- a minha posição na equipe é de desenvolvedor.
- nossa equipe é formada por 7 desenvolvedores e 1 coordenador (que atua como SCRUM Master).
- o nosso cliente é interno.
- o nosso produto é um framework de testes de hardware.
Agora vamos aos problemas. Alguns deles já foram discutidos nas nossas reuniões de sprint review e outras são somente a minha visão:
- por questões de espaço físico não temos um “quadro kanban”. Toda a gerência acaba ficando restrita à estação do nosso SCRUM Master. Se pensamos no SCRUM como um instrumento que agiliza a comunicação entre os membros da equipe, ponto negativo nesse caso para nós.
- o backlog também está restrito à estação do SCRUM Master. Consequentemente a equipe só tem acesso a ela nas reuniões de planning e review.
- entre os sprints a equipe (ou alguns da equipe) costumam ter geaps de até alguns dias. Tenho a impressão que esse é um dos pontos mais críticos nesse momento.
- nem toda a equipe conhece teoricamente o SCRUM e também não é que se interessa tanto em conhecer a fundo o framework. Não sei o quanto isso é ruim, mas noto que quem conhece a teoria é capaz de aplicá-la de uma forma mais completa e também de compreender os valores e vantagens que existem por detrás dela.
Esse post não tem nenhuma conclusão. O objetivo era compartilhar algumas primeiras experiências obtidas com o uso do SCRUM. Com o tempo espero poder publicar as respostas que fomos encontrando para os problemas relatados.
De qualquer forma espero que a minha atitude, nesse momento, seja de tentar ser pró-ativo, colaborando com a equipe naquilo que for necessário. Veremos os resultados…

Informação
Nesse período tenho refletido acerca do valor da informação e os benefícios estratégicos que ela pode dar para uma organização. Especificamente dois dias atrás tive um “surto criativo” imaginando o potencial que determinadas instituições têm nas mãos e, de forma ingênua, não é utilizado.
Cito alguns exemplos (na minha visão) de uso “estratégico” e de quanto as organizações estão desperdiçando sem um uso criativo da informação.
- você está inserido em uma organização que tem acesso a algumas dezenas de milhares de pessoas (clientes, fornecedores, familiares…). Essas pessoas se relacionam com a sua organização de N modos. Pergunta: o que você faz para identificar o “perfil” dos seus stakeholders? E o que você faz para que essa relação se torne um valor para a sua organização?
- nesse mesmo exemplo. Você conhece o perfil dos seus funcionários? Você sabe se ele está contente com o trabalho que vem desenvolvendo? E com o próprio salário? Ele sabe, por exemplo, quanto ele “custa” para a empresa e quanto ele, como pessoa, dá em “contrapartida”? Melhor ainda… Você, empresa, sabe disso?
- você já parou para pensar qual é o grande “valor” que o Google, Microsoft (Bing) e outros robôs de pesquisa possuem hoje? Não? Pois é. É a informação! O que o Google e cia fazem não é mágica, e sim estratégia. Analisar o “perfil” dos seus usuários (e aqui não entrarei nos méritos “legais” e na forma com a qual isso é feita), entender hábitos, o interesse do seu público (baseado em estatísticas de pesquisa)… E o que seria do Google e cia se eles não utilizassem isso em benefício próprio? Será que o Google teriampensado em criar o seu próprio sistema operacional (vide Chrome OS)? Isso pode ter nascido de uma decisão estratégica… Para não dizer de todas as pequenas e grandes empresas que foram compradas por eles para responder à decisões estratégicas…
No mercado de hoje existem várias formas de obter sucesso (ou $uce$$o). Uma delas, sim, é ser bastante criativo a ponto de ter uma grande idéia, vendê-la, e viver de renda. Mas grandes idéias também nascem da análise estratégica da informação disponível hoje de forma nem sempre organizada. E organizá-la é a principal tarefa do Gestor de Tecnologia da Informação, no meu ponto de vista. E um bom gestor é capaz de ajudar a empresa a obter os seus melhores resultados, satisfazer os seus stakeholders e, inclusive, contribuir para a construção de um mundo melhor.
Um desafio enorme entrevejo hoje para os profissionais que desejam seguir esse rumo. E estou estou nessa!
Algumas referências:
“Império sem rei e rainha que ainda não conhece a força que tem”. Li essa frase hoje numa apresentação PPS (daquelas chatas que chegam nos nossos emails) que, realmente, chamou-me a atenção.
A apresentação toda, na verdade, chamou-me a atenção e estou colocando em anexo. Créditos ao autor (desconhecido) que fez uma breve síntese da história do “computador”, do ábaco aos notebooks (ou quem sabe aos mini-pcs, smatphones…).
Mas essa frase é realmente chamativa. “Não conhece a força que tem”… Eu estava pensando nisso nesses dias. Em 1990, quando eu ainda tinha meus 10 anos, eu andava de bicicleta, jogava bola, basquete, nadava… Conversando com um colega do trabalho, ele me dizia que, OK, ele joga bola. Mas vai pra casa e joga WiningEleven (com direito até página na wiki). Na “minha época” eu ia assistir televisão ou estudar, depois de ter perdido, no bom sentido, uma horinha de jantar com a família.
Se perguntamos aos nossos pais como foram suas infância e adolescência vamos ter respostas diversas (que normalmenta variam entre muitos jogos “reais”, trabalhar desde muito jovem, ajudar na família normalmente numerosa). E, voltando mais uns anos, perguntando as nossos avós… Bom, aí podemos escrever um livro.
Ora, essas duas últimas gerações referidas acima não tiveram oportunidade de crescer nesse mundo informatizado. Agora eles têm que correr atrás da máquina. Mas, pensem comigo: internet (e todos os seus benefícios: email, messengers, comunidades virtuais…), sms, telefone celular, TV a cabo… e um mundo de outras inovações “indispensáveis” no mundo do século XXI são realidades da geração atual e que não serviram num infinito de anos atrás.
Será… será que o mundo se dá conta do que possui nas mãos hoje?? Quantos anos vamos demorar até que a “ficha caia” e possamos compreender o que aconteceu em pouco mais de 30 anos?? Ou… Será que os próximos 30 anos serão tão revolucionários quanto esses?
Difícil inclusive ter idéia da dimensão da mudança que está acontecendo… Entende-se o porquê de, hoje, as gerações não conseguirem se entender direito. Com tanta informação circulando, não perde-se tempo ouvindo: tornou-se importante comunicar.
Fica a dúvida: quando descobriremos a força que temos nos dias de hoje? E quando começaremos a aproveita-la na sua máxima potência e para produzir o bem comum em “massa”?
Hoje estava pesquisando sobre problemas de comunicação e encontrei essa imagem muito divulgada – e singular. Chamou-me a atenção novamente e acho que expressa muito o dia-a-dia de um profissional de TI.
A espiritualidade da Unidade, proposta por Chiara Lubich, traz elementos muito interessantes nesse sentido, como a arte de “fazer-se” com o interlocutor. Isso pode muito bem ser aplicado no ambiente profissional de TI. A arte de escutar silenciosamente, sendo capaz de entender profundamente a necessidade do interlocutor, creio seja um necessidade fundamental para nos nossos ambientes – profissionais e pessoais.
What you think?!
Inteligência Estratégica
Tenho estudado recentemente como a inteligência estratégica pode influenciar um ambiente – seja ela de nível pessoal, corporativo, de colaboração…
Uma vez que existe um trabalho prévio de pensar no que se deseja realizar, o resultado é extremamente mais satisfatório do que atitudes e decisões empíricas. E não só… Decisões e ações que são tomadas à partir da análise e compreensão do ambiente no qual o sujeito está inserido são muito mais suscetíveis ao sucesso.
Um outro ponto que tenho descoberto como sendo fundamental para o sucesso de um planejamento é o alinhamento entre as áreas de tecnologia de informação (TI) e de negócios. Olhando ao nosso redor, a TI está praticamente em tudo. Porém não pode-se dizer que ela está igualmente alinhanda com o negócio do sujeito. Observa-se isso, novamente, a nível pessoal e corporativo.
No meu ponto de vista, isso é conseqüência, inicialmente, da falta de condições que, hoje, pessoas e empresas têm de acompanhar a evolução tecnológica. E isso é bastante claro vendo a quantidade de inovações que aparecem diariamente no mercado – sobretudo de TI. Ora, a um certo ponto prefere-se partir para o “seguro” que sempre trocar ou optar pelas novas tendências. Financeiramente, inclusive, seria inviável optar sempre por novas soluções.
Contudo, o frenesi dos nossos dias e a falta de tempo de parada e verificação do ambiente que nos circunda impede que sejamos capazes de super-utilizar as ferramentas que estão disponíveis a portata di mano. Observe. Quem utiliza todos os recursos disponível no próprio celular? Ou ao menos sabe quais são as ferramentas que o próprio celular possui? Ou então investiga para saber se poderia ter algum ganho comprando um celular mais simples, já que não utiliza nem 10% dos recursos ali disponíveis?
Você – possivelmente – utiliza os recursos disponibilizados por Google e cia. O Gmail é um ferramente extremamente interessante, não é?! Mas quem utiliza todos os recursos dela? Você até hoje está chateado porque ele não te permite criar pastas e organizar seu conteúdo. Mas por acaso você já chegou a usar os marcadores? E os filtros de mensagem?
Ampliando ainda um pouco… A quantidade de ferramentas de gestão pessoal (financeira, mapa mental, ebooks) que existem e estão disponíveis gratuitamente na rede são ou já foram utilizadas por você? E você ainda tem dificuldades para organizar suas contas com o excel ou seu bloco pessoal de notas, não é mesmo?
Não estou aqui defendendo nenhuma instituição e nem mesmo a TI, pois nós mesmos usamos muitos post-it’s e quadros brancos para o nosso trabalho. Meu questionamento é, de fato, o por quê de não pensarmos naquilo que fazemos e, sobretudo, como poderíamos fazer algo que fazemos e que demanda tanto tempo de uma maneira mais eficaz, utilizando recursos já disponíveis.
Também, quais ações tomar para atingir nossos objetivos? E, ainda mais profundamente, estamos alinhando nossos objetivos com os recursos que existem disponíveis?
E os nossos objetivos? Estão claros? São baseados em um modelo empírico ou em fatos concretos que me permitem garantir que ele está correto e baseado numa necessidade de mercado (pensando num modelo corporativo)?
Acho que coloquei muitos elementos num mesmo balaio. Porém, são questionamentos que vêem à minha mente e que estou procurando respostas.
Estive acompanhando esses dias uma interessante discussão sobre vários pontos e, entre eles, a questão da gradução curta (2,5 anos) e longa.
Vale a pena conferir! http://groups.google.com/group/fratmidia/browse_thread/thread/3554b5cdb2791ed8?hl=pt-BR
Refiro um artigo do professor Mauricio Pimentel realmente elucidador: http://www.pimentel.pro.br/twiki/pub/Main/Textos/apagao_knw.pdf
Aproveitando, algumas dicas dos blogs dos meus colegas de Frat&Midia:
- Francisco Magalhães: http://buracodacatita.wordpress.com/
- Valter Hugo: http://vartzlife.wordpress.com
- Mariana Assis: http://alemdobit.com/
O ano de 2010 marcará a cidade de Curitiba! Será o ano em que o movimento dos Focolares, internacionalmente conhecido pelo seu trabalho em prol da fraternidade, realizará pela primeira vez no continente americano um evento global.
Esse evento trata da cidade. Para maiores informações, vide http://www.glocalcity.org/
ROMA, 20 maio 2009 (AFP) – O Vaticano lança nesta quinta-feira o site www.pope2you.net que se conectará com o Facebook e a rede de notícias H2O News, por ocasião da 43ª Jornada Mundial das Comunicações Sociais, tendo sido idealizado pelo Conselho Pontifício para as Comunicações (CPCS).
“Não será um site estável, dependerá da resposta dos jovens“, precisou monsenhor Claudio Maria Celli, presidente do CPCS.
A partir da página, o usuário terá acesso ao texto papal em cinco idiomas, podendo reenviá-lo como mensagem, convertê-lo em postal virtual, com frases e imagens do pontífice e aprofundar alguns aspectos, segundo a metodologia Wikipedia.
Uma aplicação tirada do canal de notícias H2Onews poderá ser descarregado num iPhone ou num iPod, com arquivos de áudio e vídeo.
O novo site foi projetado pelo sacerdote Paolo Padrini.
Na véspera do lançamento, Bento XVI pediu aos jovens, durante a audiência geral, que manifestem sua fé através da internet.
“Aproveitem de forma positiva o potencial dessas técnicas para construir laços de amizade e solidariedade que possam contribuir para um mundo melhor“, acrescentou.