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	<title>Comentários sobre: “Estamos correndo atrás constantemente. Mas o que ninguém sabe é correndo atrás de quê.”</title>
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	<description>Information Technology for Unity - Uma proposta diferente para a tecnologia da informação</description>
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		<title>Por: Rafael Lunardini</title>
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		<dc:creator>Rafael Lunardini</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 22:20:24 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente concordo que manipular a informação de uma forma velada por causa do patrocinador é incorreto. Mas e se isso for claro? E se os consumidores da informação realmente souberem que quem está enviando a mensagem é um patrocinador? Todo mundo conta a sua versão para os fatos. Allém do mais, se for claro para o espectador que a mensagem é parcial, isso faz com que ele busque outras fontes para obter a informação completa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente concordo que manipular a informação de uma forma velada por causa do patrocinador é incorreto. Mas e se isso for claro? E se os consumidores da informação realmente souberem que quem está enviando a mensagem é um patrocinador? Todo mundo conta a sua versão para os fatos. Allém do mais, se for claro para o espectador que a mensagem é parcial, isso faz com que ele busque outras fontes para obter a informação completa.</p>
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		<title>Por: Francisco Magalhães</title>
		<link>http://www.it4unity.com/it/wordpress/?p=54&#038;cpage=1#comment-7</link>
		<dc:creator>Francisco Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2009 02:50:06 +0000</pubDate>
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		<description>Grande El Volo,
teu texto levanta vários pontos interessantes para debate e toca temas realmente muito diferentes um do outro, muitos até que têm que ver apenas indiretamente com TI. Vou tratar destes. (Vê-se que a cada dia fujo mais do assunto hehe)
Eu tenho um perfil parecido com o teu, e até mais tradicional, pois tive uma infância longe de coisas eletrônicas. Nunca tive vídeo game. Meus amigos iam jogar futebol no fliperama. Eu ia pra quadra na frente de casa (embora não tenha surtido muito efeito ;). Até hoje o único jogo que tenho instalado no meu notebook é xadrez (e mesmo assim 2D).
Andando um pouco mais no tempo, veio o gosto pelos livros e pela literatura em geral e, mesmo no auge do curso de Ciência da Computação, eu continuava levando Dom Quixote pra faculdade. 
Enfim, devo admitir que tenho &quot;algum cisma&quot; com essa área! 
Apesar disso, e aqui vem o ponto, eu sou um apaixonado defensor dela enquanto mídia de informação. É uma coisa que temos que tomar como um valor absoluto, eu penso. Não podemos nunca reclamar que há informação &quot;demais&quot;. Devemos reclamar, isso sim, quando há de menos (ou quando não há, como, infelizmente, ainda ocorre em alguns regimes pré-cambrianos). 
Ainda nesse quesito, uma boa discussão é o papel que a publicidade tem. 
Eu também faço cara feia pra ela, mas tenho que admitir que sem ela não há liberdade de informação (ou, pelo menos, a prejudica bastante). Não é que a imprensa fala só do que é do interesse dos anunciantes (ok, ok, isso pode ocorrer também, eventualmente). O fato é que ela pode falar do que fala só porque os anunciantes a financiam, e não precisam, assim, depender do governo (que é o maior anunciante de todos). Assim, um jornal pode meter o pau no governo de plantão sem ter que fechar as portas porque os anúncios da Petrobra$ foram sumariamente cancelados.
Já em relação à sala suja, só pra vc não dizer que estou concordando em TUDO contigo hoje, eu acho que funciona no campo individual, se é que funciona. Ela não deixa de ser uma forma de &quot;arrependimento&quot; nosso pela forma de sociedade politicamente livre que construímos e esse corpo caótico de informação que temos circulando. Mas penso que a liberdade gera caos. Ordem existe na Coréia do Norte. Mas ok, faço uma concessão. Essa reflexão que a Rigoletta mencionou é muito desejável tb (inclusive para gerar mais informação - o que vamos fazer com ela é outro problema). 
Já no campo social, na prática, não há como &quot;mudar de sala&quot;. Tem que limpar mesmo, seja lá o que isso signifique. 
É isso. Desculpa aí pelo caos. É que vc me deu liberdade, aí...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande El Volo,<br />
teu texto levanta vários pontos interessantes para debate e toca temas realmente muito diferentes um do outro, muitos até que têm que ver apenas indiretamente com TI. Vou tratar destes. (Vê-se que a cada dia fujo mais do assunto hehe)<br />
Eu tenho um perfil parecido com o teu, e até mais tradicional, pois tive uma infância longe de coisas eletrônicas. Nunca tive vídeo game. Meus amigos iam jogar futebol no fliperama. Eu ia pra quadra na frente de casa (embora não tenha surtido muito efeito <img src='http://www.it4unity.com/it/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> . Até hoje o único jogo que tenho instalado no meu notebook é xadrez (e mesmo assim 2D).<br />
Andando um pouco mais no tempo, veio o gosto pelos livros e pela literatura em geral e, mesmo no auge do curso de Ciência da Computação, eu continuava levando Dom Quixote pra faculdade.<br />
Enfim, devo admitir que tenho &#8220;algum cisma&#8221; com essa área!<br />
Apesar disso, e aqui vem o ponto, eu sou um apaixonado defensor dela enquanto mídia de informação. É uma coisa que temos que tomar como um valor absoluto, eu penso. Não podemos nunca reclamar que há informação &#8220;demais&#8221;. Devemos reclamar, isso sim, quando há de menos (ou quando não há, como, infelizmente, ainda ocorre em alguns regimes pré-cambrianos).<br />
Ainda nesse quesito, uma boa discussão é o papel que a publicidade tem.<br />
Eu também faço cara feia pra ela, mas tenho que admitir que sem ela não há liberdade de informação (ou, pelo menos, a prejudica bastante). Não é que a imprensa fala só do que é do interesse dos anunciantes (ok, ok, isso pode ocorrer também, eventualmente). O fato é que ela pode falar do que fala só porque os anunciantes a financiam, e não precisam, assim, depender do governo (que é o maior anunciante de todos). Assim, um jornal pode meter o pau no governo de plantão sem ter que fechar as portas porque os anúncios da Petrobra$ foram sumariamente cancelados.<br />
Já em relação à sala suja, só pra vc não dizer que estou concordando em TUDO contigo hoje, eu acho que funciona no campo individual, se é que funciona. Ela não deixa de ser uma forma de &#8220;arrependimento&#8221; nosso pela forma de sociedade politicamente livre que construímos e esse corpo caótico de informação que temos circulando. Mas penso que a liberdade gera caos. Ordem existe na Coréia do Norte. Mas ok, faço uma concessão. Essa reflexão que a Rigoletta mencionou é muito desejável tb (inclusive para gerar mais informação &#8211; o que vamos fazer com ela é outro problema).<br />
Já no campo social, na prática, não há como &#8220;mudar de sala&#8221;. Tem que limpar mesmo, seja lá o que isso signifique.<br />
É isso. Desculpa aí pelo caos. É que vc me deu liberdade, aí&#8230;</p>
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