“Império sem rei e rainha que ainda não conhece a força que tem”. Li essa frase hoje numa apresentação PPS (daquelas chatas que chegam nos nossos emails) que, realmente, chamou-me a atenção.
A apresentação toda, na verdade, chamou-me a atenção e estou colocando em anexo. Créditos ao autor (desconhecido) que fez uma breve síntese da história do “computador”, do ábaco aos notebooks (ou quem sabe aos mini-pcs, smatphones…).
Mas essa frase é realmente chamativa. “Não conhece a força que tem”… Eu estava pensando nisso nesses dias. Em 1990, quando eu ainda tinha meus 10 anos, eu andava de bicicleta, jogava bola, basquete, nadava… Conversando com um colega do trabalho, ele me dizia que, OK, ele joga bola. Mas vai pra casa e joga WiningEleven (com direito até página na wiki). Na “minha época” eu ia assistir televisão ou estudar, depois de ter perdido, no bom sentido, uma horinha de jantar com a família.
Se perguntamos aos nossos pais como foram suas infância e adolescência vamos ter respostas diversas (que normalmenta variam entre muitos jogos “reais”, trabalhar desde muito jovem, ajudar na família normalmente numerosa). E, voltando mais uns anos, perguntando as nossos avós… Bom, aí podemos escrever um livro.
Ora, essas duas últimas gerações referidas acima não tiveram oportunidade de crescer nesse mundo informatizado. Agora eles têm que correr atrás da máquina. Mas, pensem comigo: internet (e todos os seus benefícios: email, messengers, comunidades virtuais…), sms, telefone celular, TV a cabo… e um mundo de outras inovações “indispensáveis” no mundo do século XXI são realidades da geração atual e que não serviram num infinito de anos atrás.
Será… será que o mundo se dá conta do que possui nas mãos hoje?? Quantos anos vamos demorar até que a “ficha caia” e possamos compreender o que aconteceu em pouco mais de 30 anos?? Ou… Será que os próximos 30 anos serão tão revolucionários quanto esses?
Difícil inclusive ter idéia da dimensão da mudança que está acontecendo… Entende-se o porquê de, hoje, as gerações não conseguirem se entender direito. Com tanta informação circulando, não perde-se tempo ouvindo: tornou-se importante comunicar.
Fica a dúvida: quando descobriremos a força que temos nos dias de hoje? E quando começaremos a aproveita-la na sua máxima potência e para produzir o bem comum em “massa”?
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